quinta-feira, setembro 28, 2006
Chega-te a mim...
Chega-te a mim. Mais. Ainda mais, até que o frio não consiga entrar no espaço que nos separa e o teu corpo se molde em mim até que não distingas a minha pele da tua nem saibas qual das batidas pertence ao teu coração.
segunda-feira, setembro 25, 2006
I've Got You Under My Skin (Diana Krall, Live in Paris)
I've got you under my skin
I have got you deep in the heart of me
So deep in my heart, you're really a part of me
And I've got you under my skin
I have tried so, not to give in
I've said to myself this affair it never would go so well
But why should I try to resist when I know so well
That I've got you under my skin
I would sacrifice anything come what might
For the sake of havin' you near
In spite of a warning voice, that comes in the night and repeats in my ear
Don't you know you fool, you never can win
Use your mentality, wake up to reality
But each time I do, just the thought of you makes me stop before I begin
Because I've got you under my skin
I would sacrifice anything come what might
For the sake of havin' you near
In spite of a warnin' voice, comes in the night and repeat to my ear
Don't you know you fool, never can win
Use your mentality, wake up to reality
But each time I do, just the thought of you makes me stop before I begin
Because I've got you under my skin
domingo, setembro 24, 2006
sábado, setembro 23, 2006
Fixar a imagem...
Insisto no caminho que os olhos me dizem. Os passos confundem-se com a intersecção dos pontos que me localizam no presente. Cada avanço, recuo ou hesitação desenha o destino e a transformação do universo. O universo transforma-se em cada intersecção dos pontos de cada caminhante. Somos assim responsáveis pelo pulsar do universo, mas o melhor é nem pensar nisso...fechar os olhos e reinventar o desenho de nós proprios, com lápis e borracha, não vá o desenho fixar a imagem distorcida do sentimento de se ser poeta sem papel para registar o acto ...
sexta-feira, setembro 22, 2006
#1
escrita do diabo, fugir para cavernas estéreis onde o coração translada a terra de mansinho. como dói quando tropeça, recomeça, escrita do diabo, um laço uma prenda atada ao pescoço, os poros em órbita em expectativa em alma cativa. só uma multidão, uma multidão só, só numa multidão.
segunda-feira, setembro 18, 2006
Boy Kill Boy - Suzie
Bem, vamos lá animar um pouco o tasco ... Apesar de lesionada, há músicas que me deixam logo bem disposta! E é o caso desta... Por isso deixo aqui o vídeo e rockem as socas ao som da "Suzie"... ;)
Agora imaginem o que é saltar de muletas ao ouvir isto... eu realmente não consigo estar quieta! :p
domingo, setembro 17, 2006
sexta-feira, setembro 15, 2006
Nem sempre...
nem sempre o fundo se deseja
nem sempre o que se deseja se pode comprar
nem sempre se pode comprar um sonho
nem sempre os sonhos duram até de manhã
nem sempre as manhãs são quentes
nem sempre o quente oriunda de coração frio
nem sempre o frio fecunda lágrimas
nem sempre as lágrimas seguem o mesmo caminho
nem sempre o melhor caminho é a loucura
nem sempre a loucura leva à paixão
nem sempre a paixão é amor
nem sempre o amor se deixa amar
nem sempre amar é sexo
nem sempre o sexo é bonito
nem sempre o bonito traz amigos
nem sempre os amigos sorriem
nem sempre o sorriso é doce
nem sempre o doce termina o amargo
nem sempre o amargo é um desgosto mal lembrado
nem sempre um desgosto é um dissabor
nem sempre um dissabor morre quando nasce prazer
nem sempre o prazer começa com um olhar
nem sempre um olhar termina com um beijo
nem sempre um beijo é sentido
nem sempre se sente o que se toca
nem sempre se toca o que se vê
nem sempre se vê o que se imagina
nem sempre se imagina o fim
nem sempre o fim é mentira
nem sempre a mentira é tudo
nem sempre tudo pode durar
quarta-feira, setembro 13, 2006
lonely tears
....................forma subtil de [sobre]viver
sinto........................................................
..................................pedra nua fria....
................recordo....................................
..........a distância de um olhar.................
........................um beijo, quente..............
.............o toque........................................
.............................um arrepio..................
.......o devaneio........................................
........................hoje..................................
...a lagrima...............................................
................................amanhã...................
..................................o vazio...................
terça-feira, setembro 12, 2006
[hands]
segunda-feira, setembro 11, 2006
Sonhos guardados

"queria guardar os meus sonhos numa caixinha para poder usá-los quando estivesse mais triste"
Há sonhos que nos rasgam a pele, nos consomem, nos fazem acordar a meio da noite e desejar alcançá-los mesmo antes de voltar a adormecer. Há sonhos que nos desenham sorrisos quando nos tentam demover do que para nós é certo. Que nos movem as pernas, os braços, e nos fazem seguir em frente. Há sonhos.
E é assim - é assim desde sempre - é assim que sem perceber os guardamos todos em 3 caixas distintas: uns ficam perdidos na memória, uns agarrados à esperança, e outros a saltar no coração. Por isso é que, como costumam dizer, não há mal que sempre dure. Por isso é que depois de um dia triste vem um sonho e nos desenha um sorriso na cara. Por isso é que nunca devemos desistir deles, e sim guardá-los cuidadosamente, um a um, todos dentro de nós.
E guardá-los numa caixinha era bem mais simples e bonito. Andar com ela no bolso, ver um amigo triste e ter a oportunidade de dizer: espera, tenho aqui um sonho que te vai fazer feliz!
Sonhar é pintar a vida com um sorriso.
domingo, setembro 10, 2006
no abraço
sexta-feira, setembro 08, 2006
precisava...
terça-feira, setembro 05, 2006
bolso cheio
aprendi contigo
a perversidade do amor
a espera
o engano
a desilusão
o desalento
o erguer das mãos
ah tanta estupidez,
pouco amor próprio….
mais cruel do que julgas
criaste em mim
a capacidade da vingança
a demora
o controlo
a surpresa
o ânimo
o gosto da tristeza
ah tanto prazer,
pouca compaixão…
Hoje sou...
As palavras que se esborratam no papel
são a companhia mais fiel que consegui arranjar.
Hoje há um dia por escrever, sem mim.
segunda-feira, setembro 04, 2006
Paradoxo(s) grande(s) demais
Vivemos no paradoxo do tempo, nestas coisas todas que temos. Temos edifícios mais altos mas pavios mais curtos, auto-estradas mais largas mas pontos de vista mais estreitos, gastamos mais mas temos menos, compramos mais mas desfrutamos menos. Temos casas maiores e famílias menores, mais medicina mas menos saúde. Temos maiores rendimentos mas menor padrão moral. bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma irresponsável, rimos de menos, dormimos demais, conduzimos rápido demais, irritamo-nos muito facilmente, ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais, raramente paramos para ler um livro, ficamos tempo demais a olhar apenas para a televisão e raramente pensamos, demais. multiplicamos as nossas posses mas reduzimos os nossos valores. Falamos demais, amamos raramente e odiamos com frequência. aprendemos como ganhar a vida mas não vivemos essa vida. Adicionamos anos à extensão das nossas vidas mas não vida á extensão dos nossos anos. Já fomos à lua e dela voltamos mas temos dificuldade em atravessar a rua e nos encontrarmos com nosso novo vizinho. Conquistamos o espaço exterior, mas não o nosso espaço interior. Fizemos coisas maiores mas não coisas melhores. Limpamos o ar mas poluímos a alma. São os tempos de refeições rápidas e digestão lenta, de homens altos e caracter baixo, lucros expressivos mas relacionamentos rasos. Estes são tempos em que se almeja pela paz mas perdura a guerra, temos mais lazer mas menos diversão, maior variedade de tipos de comida mas menos nutrição. São dias de duas fontes de renda mas de mais divórcios, de residências mais belas mas mais lares quebrados. São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis na moralidade que se descarta facilmente, olhares de uma só noite, corpos acima do peso e pílulas que fazem de tudo até matar. É tempo em que há de tudo na montra e nada no armazém, tempo em que a tecnologia leva estas palavras e se pode escolher entre fazer alguma diferença ou simplesmente carregar na tecla del.
sábado, setembro 02, 2006
Que sorte...
Quando não se vê onde se põe o pé ao descer escadas, acontece isto... cai-se e depois somos premiados com uma bela entorse e com umas dores que nos fazem fazer caretas! :( E foi isso que me aconteceu ontem... Felizmente tenho uma "equipa" comigo que deve ter feito qualquer curso no INEM e fizeram logo os primeiros socorros à vítima... Gelo, descanso num sofázinho muito confortável e um ben-u-ron para suportar melhor as dores! Como se não bastasse, até me ofereceram boleia ao colo... :p Esperam-se agora candidatos a massagistas! :)Obrigada ao Nuninho e à Ana que são uns amigos sem igual!



