No último dia do ano, há que celebrar! E toca a sorrir a um novo ano que chega, porque temos de começar da melhor maneira! :) Nada melhor que a música para nos fazer dançar e cantar... E nada melhor que este vídeo para acabar o ano em grande! ;) Oh yeah,
Gosto de ter saudades. Gosto de mudanças embora nem sempre goste daquilo para o que se muda. Gosto de um cobertor e de uma chávena de chá quente num dia de inverno. Mesas lisas. Paredes vazias. Gosto de quase tudo o que escrevi mesmo daquilo que me envergonho de ter escrito. Gosto do êxito e do sucesso. Dos outros. De alguns outros. Gosto do sentimento do vazio que fica por não acreditar em deus. Gosto de malas e sapatos. De batons e bandoletes. E de mãos a mexerem no meu cabelo. Gosto de massagens que me fazem adormecer em dias de chuva. Gosto de pessoas. Inteligentes e divertidas. Bonitas e simpáticas. E das tristes e deprimidas. Sós. Perdidas. Confusas. Gosto de as salvar. Gosto de as abraçar. Beijar. Gosto de livros. Velhos e com pó. Mas também novos e com capas reluzentes e páginas estaladiças. Gosto do cheiro a palpel. Gosto de lápis. De cores. Do mimo da minha mãe. Da teimosia do meu pai. Das noites de copos com a Dulce. De ouvir o João a rir. Das gargalhadas da Martinha. Das conversas amenas com a Cati. Da Mary lutadora e pronta a virar uns frangos. Gosto de ginástica. De roupa encharcada em suor. De corpos bem definidos. De virilidade. De sexo feito com convicção. De amor, paixão e vertigem. Gosto de fazer malas. De viajar. Gosto de férias longe de casa. Gosto de regressar a casa. Gosto de partir e ficar com a sensação de ter partido. Gosto de luxo. Gosto da natureza. Da praia, do mar, da areia, das dunas. Gosto de paisagens. Gosto de casas reconstruídas. Gosto de cinema. Gosto de Fellini, Burton e também de Lucas. Gosto de drama. Lágrimas e suspiros. Gosto do sofrimento envergonhado. Gosto do pudor. Da contenção. Da indefinição. Gosto de dinheiro e das extravagâncias que me fazem arrepender. Gosto de dizer mal dos distantes e bem dos outros próximos. Gosto de me aproximar dos distantes e de me distanciar dos próximos. Gosto de estar só. De ficar só. De viver só. De ser só. Gosto de surpresas agradáveis. Gosto de visitas esporádicas. Gosto de estar. De ficar. De estar bem. Gosto de publicidade. Gosto de anúncios de TV. Gosto de computadores. Gosto de banda desenhada e de desenhos animados. Gosto de ouvir anedotas. Gosto de rir. Gosto de chorar. Ficar triste. Alegrar-me e ficar triste outra vez. Gosto de ser triste. Gosto de ser. Gosto de ouvir várias opiniões. Gosto de ter uma opinião. Gosto do meu vestido mais curto. Gosto de andar à chuva sem correr. Gosto do mau tempo. E lareiras que custam a apagar. E de adormecer perto delas e acordar longe. Gosto de areia nos pés e água. E gosto de gostar de tudo isto e de não gostar de tantas outras coisas. Gosto de me aperceber das intenções por detrás dos gestos. Goste de as adivinhar e depois confirmá-las. Gosto das expectativas das pessoas e dos seus falhanços. Gosto de pontualidade. Gosto de regras. Gosto de jogos. Gosto de sonhos grandes e a cores. Gosto de sonhos acordados e de viver no prolongamento deles. Gosto de trânsito e movimento. Mas também de ruas desertas e assustadoramente silenciosas. Gosto de crianças. Gosto de brinquedos antigos e velhos e gastos de tanto terem servido para brincar. Gosto de brincar e ganhar sem prémios. Mas gosto de troféus. Gosto da perdição, do lado bom do lado sombrio. Mas gosto de acordar de dia e reconhecer o dia e a noite e fazer sentido que o dia seja claro e a noite escura. Gosto também do entardecer e não ter decidido ainda se é noite ou dia, se sou noite ou dia. Gosto de me deixar entardecer e gosto que outros entardeçam comigo. Gosto de beber e perder o rumo. Não totalmente. Mas o bastante. Perder cruelmente o rumo, dizer coisas de que me vou arrepender, fazer coisas irremediáveis, pecar. Gosto de pecar. Fazer coisas mal feitas. Fazer coisas que não devia fazer. Fazer asneiras. E ter prazer a fazê-las e dor. Gosto da dor do prazer e do prazer da dor. Gosto de fumar até ficar enjoada e depois não fumar durante séculos que duram horas. Gosto de comer tudo o que gosto até rebentar e gosto de ouvir a mesma música trezentas vezes seguidas até não aguentar ouvi-la. Gosto destes excessos.
Sabes, estava aqui a pensar em mim... Na minha maneira de ser, a olhar para mim como se tentasse descrever quem sou e daquilo que gosto e do que não gosto... Acho que olho pouco para mim... Que devia gostar mais e tentar ouvir-me mais vezes... E de ser como sou mesmo que erre... Porque depois de cair posso levantar-me de novo... E cair novamente... Para depois me voltar a levantar com mais força... Mas sou eu... E sou assim... De exageros... Do tudo ou do nada... A mesma do 8 ou do 80... A que ri e que chora... A mesma que ama e que odeia... Que canta e que grita... Sou EU! A que se apaixona e que sofre... Ontem e hoje... Hoje e amanhã... A do nunca e do para sempre... A amiga e a amante... A mulher e a miúda... A rebelde e a responsável... A sensata e a doida... E serei sempre assim... Mas só serei feliz quando não ouvir ninguém... Porque sou eu... E não quero mudar... Porque gosto de mim assim... Não o suficiente... Mas cada vez mais... E agora sim, sorrio... Porque me encontrei no meio de tantas palavras... E sorrio... Porque sou feliz!
Leva-me... Quero ver o mar, na praia. Eu e tu... e o silêncio das palavras que não precisamos de dizer! Tudo é mais fácil no calor de um abraço e de um beijo.
Por vezes, sinto saudades da menina de vestido que corria com alegria e um sorriso capaz de mudar tudo! Aquela a quem a vida ainda não tinha pregado rasteiras e vivia na doce ilusão de que todos são bons. E continuo a viver com inocência ao acreditar e desculpar as pessoas que nada merecem de mim, pensando que somos ser humanos e todos temos defeitos! Apenas vejo e valorizo o que cada um tem de bom mesmo que já tenha sofrido bastante por causa de alguém! Estou cansada de levar pancada... Hoje... acordei!!!
Disse Adeus... Deixei partir, fugir, deixei de lembrar sem, no entanto, nunca esquecer. E a vida segue enquanto alguém chora a falta que outro alguém nos faz, lá longe (para lá da distância), mesmo que nenhum dos dois o admita... Foste a ilusão. E agora nada és senão a tristeza de um dia cinzento de chuva.
Callin me high on the telephone Came by plane all alone Spend the afternoon making a speech Speech made you nervous that you couldn't eat You came to show your mad love You came to tell it's not enough Come and erase me and take me with you Kiss me I'm drunk, and don't worry it's true I want to show me how mad is your love Come and attack me it's not gonna hurt Fight me deny me if I fear when your close Let's make love and listen death from above
You knew my ideas when they were in my head They were my secret evening plans Wine then bed then more then again, wine then bad then more then again Run run run, to make your heart shake, Kiss kiss kiss will make this earth quake I'm gonna get what I'm willin to take This gotta worth the miles you made Come back I'll warm you up, Make me breakfast, I'll make it up You're so talented I'm in love Let's make love and listen death from above
I'm back with a smack, and I'm ready to attack Stare at my lips and I see they were wet I know how you're doing by loonking at your pants And this is how we call it a comeback..
Screaming your name on the microphone, Going back home all alone Listen to the tunes that you sent to me.. Listen to them good company I want to show my mad love, You have to know it's not enough Come and complete me, stay here with me This is all true, it's water I drink I want you to show me how mad is your love Come and attack me it's not gonna hurt Fight me, deny me if I fear when you're close Let's make love and listen death from above
Cansei de Ser Sexy
Há músicas que nos deixam com vontade de cantar logo pela manhã... :) Não me canso de ser sexy... :p
Não te sentes só por vezes? Eu sinto, sempre que me entrego às nossas imagens juntos, ao tempo em que me deixo estar em teus braços. Deixa-me ficar aqui mais um pouco, deixas? Eu vou quando lá fora parar de chover, quando o vento já não estiver à minha espera, quando o tempo se esquecer de mim neste abraço. Será isto uma carta de amor? Não, não o é. Tu não precisas de cartas de amor, não precisas que eu rabisque gatafunhos de tinta em papel branco. Deixa antes que essa tinta se transforme no sangue quente que te corre no corpo, e que escreva na tua pele nua o que sinto em beijos e , que as minhas mãos rabisquem carícias pelo teu corpo. Não precisas que te repita o que os meus beijos te sussurram, o que os meus braços confirmam. Dizer-te que gosto de ti não é novidade, prefiro que o sintas, que o vejas, que o tenhas, que o tenhamos dentro. Tudo o que te disse-se agora seria pouco para explicar esse sorriso, ou esse gesto. Tudo o que agora te quisesse mostrar em palavras escritas ao acaso, seriam apenas isso, palavras. Sim, sinto-me só sem ti, sem o teu corpo junto ao meu, sem poder encostar o meu corpo ao teu, ou adormecer com o teu cheiro entranhado em mim. Sim, sinto-me só e sei que tu também, mas sei que gosto de ti, que tu também gostas de mim, que talvez um dia fiquemos juntos, e que olhemos para ontem com um sorriso de referência, com um olhar de nostalgia perdida, mas com nova vontade... Ficas mais um pouco? Ficas mais um pouco por aqui?
Os teus olhos são cor de pólvora, o teu cabelo é o rastilho O teu modo de andar é uma forma eficaz de atrair sarilho A tua silhueta é um mistério da criação E sobretudo tens cara de anjo mau
Cara de anjo mau, tu deitas tudo a perder Basta um olhar teu e o chão começa a ceder Cara de anjo mau, contigo é facil cair Quem te ensinou a ser sempre a última a rir?
Que posso eu fazer ao ver-te acenar a ferida universal? Que posso eu desejar ao avistar tão delicioso mar? Que posso eu parecer quando me sinto fora de mim? Que posso eu tentar senão ir até ao fim?
Cara de anjo mau, tu deitas tudo a perder Basta um olhar teu e o chão começa a ceder Cara de anjo mau, contigo é facil cair Quem te ensinou a ser sempre a última a rir?
Por ti mandava arranjar os dentes e comprava um colchão Por ti mandava embora o gato por quem eu tenho tanta afeição Por ti deixava de mater o dedo no meu nariz Por ti abandonava o meu país
Cara de anjo mau, tu deitas tudo a perder Basta um olhar teu e o chão começa a ceder Cara de anjo mau, contigo é facil cair Quem te ensinou a ser sempre a última a rir?