Foi como despertar. Transpor a ténue linha que nos divide o mundo em dois: realidade e sonho. Abrir lentamente os olhos e por entre a névoa ver, ao longe, de novo os raios de Sol. E deixar que o calor penetre o coração. Ultrapasse as camadas de humanidade. Deixar o esqueleto para trás e ascender a um outro plano. Encontrar aí o fôlego que faltava.
O mundo não é feito de sonhos, mas são eles que o sustentam. Respirar é preciso. O tempo pisa-nos os calcanhares e obriga-nos a correr. Mas em algum momento temos de parar. E aí?
A mesma matéria que nos forma é aquela que nos destrói. Que nos consome até ao âmago do nosso ser. E quando a demência claustrofóbica nos encosta à parede… Há aqueles que fecham os olhos e aceitam o fim. Mas outros há que não pestanejam. E com um cerrar de punho dizem basta.
O essencial encontra-se num beijo. Num abraço quente. Num olhar confortante num dia mau.
O mundo não é feito de sonhos, mas são eles que o sustentam. Respirar é preciso. O tempo pisa-nos os calcanhares e obriga-nos a correr. Mas em algum momento temos de parar. E aí?
A mesma matéria que nos forma é aquela que nos destrói. Que nos consome até ao âmago do nosso ser. E quando a demência claustrofóbica nos encosta à parede… Há aqueles que fecham os olhos e aceitam o fim. Mas outros há que não pestanejam. E com um cerrar de punho dizem basta.
O essencial encontra-se num beijo. Num abraço quente. Num olhar confortante num dia mau.
