quarta-feira, abril 04, 2007

De profundis, para uma valsa lenta

Perguntas-me para que escrevo! Para quê? Não hesito em dizer-te que será para me sentir, para me pensar, organizar-me. Ter-me assim alinhada, simples, traduzida no que julgo serem as palavras certas, completa-me, sossega-me. Só depois durmo.
Prevenida contra um eventual AVC.