
Fecho a porta e abro-te uma janela, sem cortinas, sem nada que nos possa atrapalhar, simplesmente aberta para que sintas a brisa da noite. Encontro-me só! A lua reflecte na areia felicidade, enquanto passeio acordada em busca de mim. Ouço o mar que me tranquiliza e dele voam pautas que tento ler no braile desta areia humedecida por vivências que um dia poderão ser nossas.
